Convenção Batista Fluminense
Home Artigos Jesus, nosso modelo de santidade

Jesus, nosso modelo de santidade

324
Foto: Freepik.

O Senhor Jesus como Deus-Homem foi santo em todo o Seu procedimento. Ele pediu ao Pai que santificasse os Seus discípulos na verdade porque a Palavra é a verdade (João 17.17). Sendo a verdade, o Senhor Jesus possuía em Si mesmo toda a santidade da divindade. O Verbo que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade revelou a Sua pureza absoluta (João 1.14). Assim como o Tabernáculo era o centro do Acampamento Hebreu e tipificava a manifestação da presença de Deus, assim o Senhor Jesus tabernaculou entre nós.

Jesus revelou a Sua santidade perdoando pecados, curando os enfermos, ensinando toda a verdade das Escrituras, manifestando a Sua humildade, a Sua mansidão, o Seu amor incondicional e o Seu poder. Quando Cristo é tudo em nós, experimentamos a Sua santidade. Esta santidade foi revelada também em Sua obediência ao Pai (João 6.38-71). Em todo o Seu precioso ministério, o Mestre demonstrou que foi separado pelo Pai para cumprir a missão redentora.

Os valores expostos pelo Senhor Jesus, ensinados no Sermão do Monte (Mateus 5, 6 e 7), revelam claramente a Sua santidade. O Sermão do Monte é o código de ética do Reino de Deus. Como súditos deste Reino, devemos ser santos como Pai, como o Filho e como o Espírito. A vida de Cristo em nós é a expressão cristalina da santidade. O Evangelho de Jesus significa conversão, santificação e glorificação. À medida em que crescemos na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo vamos nos assemelhando a Ele (2 Pedro 3.18).

A vida de Jesus Cristo sempre foi marcada pela santidade no ouvir, no pensar, no falar e no agir. Quando Ele expulsou os vendilhões do templo, manifestou o Seu zelo caracterizado pela santidade (João 2.17; Salmos 69.9). O Messias prometido manifestou a Sua santidade em todo o tempo. Como profetizou Isaías 61.1-3: “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado”. Esta verdade não é maravilhosa?!

Quando olhamos para a suficiência de Cristo podemos ver claramente a manifestação da Sua santidade. Ele é o Deus Filho que se deu por nós na cruz para nos redimir de toda a iniquidade ou injustiça e nos conceder vida em abundância. Como ensina Pedro: Pois Cristo também foi sacrificado uma única vez por nossos pecados, o Justo pelos injustos, com o propósito de conduzir-nos a Deus; morto, de fato, na carne, mas vivificado no Espírito (1 Pedro 3.18).

A nossa rocha inabalável é Cristo, a esperança da glória (colossenses 1.27). Sejamos santos como o Pai, o Filho e o Espírito. Jesus é o nosso verdadeiro irmão mais velho que a si mesmo se deu por nós em sacrifício. Ele é o nosso modelo de santidade no viver. Quanto mais parecidos com Ele, mais santos somos. A santidade do Mestre era estar no centro da vontade do Pai. O Senhor Jesus, nosso modelo de santidade, é o Autor e Consumador de nossa fé (Hebreus 12.1-2). Como filhos de Deus, confiemos na mediação do Seu Filho amado, nosso único e suficiente Salvador e Senhor, em quem o Pai tem prazer (Mateus 3.17).

Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Colunista deste Portal 

Deixe uma resposta