
Hoje (09/07/2026), a poucos instantes, me deparei mais uma vez com essa expressão: “O Novo de Deus”. No caso de hoje: “Rumo ao Novo de Deus”.
Não condeno quem a use, mas confesso que A MIM ela causa, falando como bom mineiro: “um trem ruim por dentro”. Uma “estranheza”. Acho que tô ficando véio.
Mas – penso, talvez – em vez de buscarmos o chamado “novo de Deus”, o que precisamos é redescobrir o “velho de Deus”:
- o velho evangelho da cruz,
- a velha Bíblia aberta,
- a velha oração feita com sinceridade,
- a velha santidade,
- o velho arrependimento,
- a velha pregação expositiva,
- a velha comunhão dos santos
- e a velha dependência do Espírito Santo.
O que a Igreja mais necessita, penso, não é de novidades, mas de fidelidade. Deus nunca prometeu abençoar nossa criatividade religiosa. Ele prometeu honrar Sua Palavra (Is 66.2). O poder da Igreja nunca esteve na inovação, mas na verdade.
Se voltarmos ao “velho de Deus”, descobriremos que ele nunca envelheceu.
- A Palavra continua viva e eficaz (Hb 4.12),
- o evangelho continua sendo o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16),
- e Cristo continua sendo suficiente para todas as gerações.
Isso penso eu. Não quer dizer que eu esteja certo… ou estou?
Pr. Walmir Vigo Gonçalves













